11.12.2015

Têxtil e Moda no Vira Cultura na Moda - Revista MANEQUIM

 Desde quarta-feira (11), está acontecendo na Livraria Cultura o "Vira Cultura na Moda".  Durante o evento, a revista Manequim mostra a sua atuação no dia a dia da redação, e apresenta  convidados especiais que dividem as suas experiências sobre moda, produção e editoriais. 
As vagas são limitadas e o preenchimento segue a ordem de chegada


As alunas de Têxtil e Moda da USP aproveitaram a oportunidade de aprender mais com a oficina da Lalá Navarro, editora de moda da Manequim. .
Lala Navarro , Ana Paula de Andrade e Dhora Costa, com as alunas Beatriz, a juninha Karina, Olivia e Yasmin.


"Passamos uma tarde maravilhosa, aprendendo sobre o dia a dia de um produtor de moda, com sábios conselhos de como lidar com as responsabilidades e imprevistos da profissão. Além disso, a Lalá nos passou muitas dicas sobre consultoria de imagem, com exemplos de looks e peças chave para cada tipo de corpo, mas lembrando sempre da nossa segurança e alegria em usar as roupas que gostamos" (Karina Saito)

Aproveitamos para registrar esse dia construtivo e divertido, com uma foto com a Lalá Navarro, a Ana Paula de Andrade, editora da Manequim, e com a Dhora Costa que atualmente leciona no Centro Universitário Belas Artes, SENAC, e Anhembi-Morumbi.



Beatriz Moreira, Karina Saito, Dhora Costa, Olivia Furlan, Yasmin Carvalho.
Além de ser um momento de troca de conhecimento e de experiências, também temos a oportunidade única de estar em contato direto com profissionais que são referência na área. Por isso, aproveite que o evento ainda não acabou, e participe das atividades de amanhã!

11.03.2015

VIII Semana de Têxtil e Moda da USP

Aconteceu na Each, a VIII Semana de Têxtil e Moda - Renda: Sua história no mercado. 




Palestra com Caio da Rocha, na quinta feira (29)


O evento começou na segunda-feira (26), e acabou na quinta-feira (29). A STM é organizada anualmente pelos alunos do curso de Têxtil e Moda da EACH-USP com o apoio dos docentes. 

"A STM foi uma boa experiência, como caloura, ter contato com palestrantes atuantes no mercado, tanto da produção têxtil, e até com estilistas foi bastante interessante!" (Beatriz Moreira, aluna do primeiro ano de Têxtil e Moda)

A Dreamakers abriu o evento contando a Evolução da Área acadêmica no Fashion Cruise, e também palestrou sobre a Importância do Intercâmbio de Moda e a Vivencia no Exterior. Em seguida, o Marco da Rosset Tecelagem, falou sobre os "Tipos de Rendas". 
No segundo dia, a estilista Clarissa Lorenz proporcionou ao público uma ótima aula de história da moda em sua palestra "Renda na Lingerie". Recebemos também a Focus Têxtil, com a palestra "Foco na Renda!".

"Participar da organização da Semana de Têxtil e Moda no primeiro ano foi um grande desafio para mim. Foram muitas horas gastas planejando a decoração e o layout do local, e a escassez de tempo também prejudicou o nosso grupo. Apesar de tudo, é muito revigorante saber que os alunos estão interessados e buscam um aprimoramento na formação, assim como a inserção no mercado de moda a partir das palestras que foram realizadas." (Ingrid Menon, comissão organizadora do evento e aluna do 1º ano de Têxtil e moda)

Todos os dias, no saguão do prédio de auditórios, ficaram disponíveis as máquinas da Andrade Máquinas, em uma célula de produção para o workshop de lingerie.



Na quarta-feira, Jefferson Resende, pesquisador pela EACH - USP, falou sobre O Varejo de Luxo na Cidade de São Paulo. Depois, tivemos o prazer de conhecer a Andreia Meneguette, numa palestra de Fashion Busines Communication e Social Media! Fechamos o dia com Claudio Santana em um bate papo sobre a sua experiência sendo diretor de desfile.

Apresentação da Bateria Bandida no encerramento da STM
No último dia, tivemos uma super aula sobre A Adequação das Máquinas de Costura à NR12 e suas implicações com o Augusto Pereira da Andrade Máquinas. A segunda palestra do dia  foi com Caio da Rocha, que falou sobre A Renda no Momento de Gala e nos mostrou um pouco do seu trabalho e também dividiu conselhos sobre a sua trajetória. Para comemorar a realização da semana, fomos contemplados com uma apresentação da Bateria Bandida, a bateria da EACH.

"Eu agradeço por termos passado por essa experiência, por que entramos na EACH, e mesmo depois da interdição, vimos que a gente ainda pode fazer alguma coisa que é para o bem do nosso curso, e podemos elevar ainda mais o nome do nosso curso e da nossa universidade, e levar isso pra fora.. Abrir as portas! Achei isso super importante! E ver que temos uma turma boa, que pode se apoiar, e que pode contar um com o outro quando precisa. Por que apesar dos nossos veteranos também terem passado por desafios para realizar a STM, sempre conseguimos. E podemos dizer que fizemos uma STM maravilhosa! Tanto com os nomes incríveis que deram as palestras e atividades.. E apesar dos empecilhos, tivemos uma decoração maravilhosa, que quem chegou elogiou e disse que estava lindo! Podemos levar isso pra vida inteira! Gratidão em primeiro lugar, e parabéns pra todos que participaram e fizeram com que isso acontecesse!!" (Teruko Saito, comissão organizadora do evento e aluna do 1º ano de Têxtil e moda)

E para fechar com chave de ouro, recebemos a Jô Souza, que além da ótima palestra "Consultoria de Imagem: Contrução de Imagem como produto a Renda", na qual nos indicou várias boas bibliografias para estudo do tema, também abordou os valores e outros pontos importantes a serem lembrados ao longo da nossa carreira. 

As nossas juninhas aproveitaram a oportunidade de conhecer a Jô Souza, e a Carmen também não ficou de fora!
Durante o evento, o  aluno da USP tem a oportunidade de entrar em contato direto com o mercado de trabalho, e expandir seus conhecimentos profissionais. Além disso, o evento é aberto ao público, por isso, todos os interessados, sendo alunos da USP ou não, são muito bem vindos a participar! Esse ano já acabou, mas a boa notícia é que ano que vem tem de novo! 


10.19.2015

Juninhas do The Worskhop

ESALQ-USP Piracicaba
Neste sábado, fomos à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), campus da USP em Piracicaba representar a Têxtil e Moda Jr. no The Workshop. O evento foi organizado pelo Núcleo USP Jr. através de uma comissão composta por membros de cinco campi diferentes. O objetivo do The workshop é a capacitação dos empresários juniores através de oficinas.

Após um caprichado café da manhã, a comissão nos convidou a participar da primeira oficina do dia, que foi sobre liderança com a Danone! Após um bate papo com a Janaína Cassetari, que é Gerente de Recursos Humanos da Danone, participamos de algumas dinâmicas que nos fizeram refletir sobre o significado e as responsabilidades de ser um líder.


 “Foi uma experiência maravilhosa, muito diferente do que eu esperava! Foi o meu primeiro evento do MEJ USP, e eu aprendi que eu posso fazer muito mais do que eu imaginava! Na troca de informações com outras EJs, na criação de tantas coisas legais com pessoas tão diferentes, na aproximação com as novas Juninhas da Têxtil e Moda Jr.... Realmente, todo o evento foi algo único, que eu não vou esquecer tão cedo. Obrigada Núcleo USP Jr. Obrigada Comissão Organizadora! <3” (Lucélia Arnaut Santos – Coordenadora do Núcleo de Criação, Pesquisa e Desenvolvimento da Têxtil e Moda Jr).


Na parte da tarde tivemos mais três atividades, o Workshop da Vida com os membros do Núcleo USP Jr., a oficina oferecida pelo Rodrigo Lourenço, que é presidente da Júnior FEA, e a oficina oferecida pela EloGroup sobre Design Thinking!

Na palestra e atividade com a EloGroup algumas formas de analisar o cliente subjetivamente, de modo a proporcionar a ele experiências melhores e uma maior satisfação. 



Na atividade com a FEA Jr., que abrangia o tema estratégia e o MEJ - USP interagimos e conhecemos membros de várias outras Empresas Juniores da USP, nucleadas ou não. Refletimos, discutimos e aprendemos com os novos colegas, sobre os objetivos da integração das EJs e a influência no crescimento pessoal de cada um dos empresários juniores através do Movimento Empresa Júnior dentro e além da USP. 


É isso aí pessoal, esse foi só um dia dos muuuitos dias de aprendizado que a vivência em uma empresa júnior pode proporcionar a um aluno de graduação.  Então, planeje-se e fique aberto à possibilidade de entrar para uma EJ e (comer vários quitutes do interior, picolés e iogurtes) fazer parte do grande Movimento Empresa Júnior!


“O evento foi muito bem organizado, e as atividades me trouxeram muito conhecimento! Além disso, conhecer outros membros de EJs diferentes faz com que as Juninhas compartilhem e agreguem novas práticas para a nossa Têxtil e Moda Jr.” (Karina Nakamura Saito – Assessora de Marketing)  




“Yo me diverti e aprendi muito! E fui a Juninha que mais se integrou com as outras EJs :DD Comi muitas esfihas, tomei sorvete, ganhei iogurte... Y Finalmente conheci El Eescquilo! Mal posso esperar pelo próximo evento do MEJ <3” (Carmen Consuelo)

8.21.2015

Van Cidadão


Três jovens diferentes, com estilos de vida diferentes, de lugares diferentes, de cursos diferentes, de empresas juniores diferentes, mas com um mesmo propósito se uniram em prol de sonho, exercer a cidadania no seu país.



Durante o workshop Cidade Democrática realizado no ENEJ - Encontro Nacional de Empresas Juniores na cidade de Brasília nos dias 13 a 17 de agosto, eles se uniram e tiveram uma ideia e investiram nesta ideia.

O projeto “Cidade Democrática” que transforma vontades em resultados é um projeto que identifica desejos coletivos por meio da participação de diversos públicos, através da tomada de decisões com apoio da inteligência coletiva, hoje ele se torna um novo modelo de colaboração de governança social. Visto isso, estes três jovens, por meio de discussões do perfil de governança da em suas cidades, e de como a população de um modo geral atua na tomada de decisões, resolveram criar a “Van Cidadão”.
A “Van Cidadão” tem como principal objetivo difundir a cultura local e regional da cidade, dando oportunidade para a população, vivenciar, transmitir e respirar cultura através de apresentações que variam desde recitar uma poesia, o artesanato, a comida típica local, os músicos, até uma mesa redonda sobre política. A Van Cidadão vem com uma ideia de que todos podemos exercer nossa cidadania através de simples ações.

Caso o projeto veja a ser um dos mais comentados, o três idealizadores terão a oportunidade de serem embaixadores no 3° Congresso Nacional da Juventude. Neste congresso será discutido as principais pautas em que a juventude do PT irá debater e trabalhar nos próximos períodos. O texto-base já saiu e até o fim de agosto, os jovens filiados poderão fazer sugestões de mudanças e adendos ao texto-base.
Contamos com a ajuda de todos para que sejamos representantes e porta voz de uma minoria neste Brasil. Para nos ajudar, crie uma conta e comente o nosso projeto através deste link. Contamos com todos vocês!

Participantes: Lucélia Arnaut, Têxtil e Moda Jr (USP)
Igor Chagas, Farmácia Jr Consultoria (UFMG)
Vinicius Oliveira, Mectria Jr (UFTM)

6.01.2015

Project Jacquard


O Project Jacquard foi apresentado na Google I/O 2015, uma conferência anual da Google voltada para inovação e desenvolvimento do seu sistema operacional e de novos produtos.
Explorando o universo do têxtil, esse projeto visa aplicar a tecnologia de eletrônicos para interação nos tecidos usando o maquinário já existente e permitindo a produção em escala industrial.


Isso foi possível graças ao desenvolvimento de fios condutores, uma mistura de ligas metálicas com fibras naturais e sintéticas, como o algodão, seda e poliéster, tornando estes fios passíveis de serem tecidos em teares industriais. Assim, é possível criar sensores de toque para aplicações diversas.


Para as informações serem transmitidas, os componentes eletrônicos serão adaptados para, por exemplo, um botão, e assim transmitir as informações via wi-fi para, por exemplo, o seu celular.

Louco né?

Veja outras falas de outras Google I/O para a Wearable Tecnology aqui

5.18.2015

A moda nativa

É maior que a moda.



É a primeira coisa a saber sobre o trabalho de Bethany Yellowtail, um vibrante e elegante fusão de um estilo clássico e de características de sua identidade nativa. Dentes de alce desenham as mangas de um vestido desenhado com um bordado intricado que delineia o copo de Jade Willoughby, uma modelo Ojibwe de Whitesands First Nation no norte de Ontário, Canada.

Todos os colaboradores de Yellowtail são indígenas: Thosh Collins, o fotógraafo, é Onk Akimel O'Odham, Wah-Zah-Zi and Haudenosaunee. Martin Sensmeier, outro modelo, é Tlingit, Koyukon e Athabascan. O diretor do vídeo promocional e poeta, Tazbah Rose Chavez, é Nüümü e Diné e todos convergem na visão de Yellowtail, uma coleção de moda marcada pelas influência de nativos americanos com um porém - é verdadeiramente feita por uma nativa americana.

Isso é mais raro do que se imagina. Designers indígenas são escassos no espaço da moda e, quando existem, o relacionamento deles com esta indústria de moda mainstream tem sido de apropriação e, sem rodeios, de roubo.

Esta tendência hoje pode ser vista toda vez que Pharrell Williams aparece na capa da revista Elle vestindo um cocar ou quando Heidi Klum prepara um photoshoot em Project Runway onde modelos brancas com a cara pintada aparecem usando penas, headdresses e peles de animais.

“Meu irmão é um chefe e esses cocares são como nós o honramos.” Yellowtail disse em entrevista à Mic. “Você simplesmente não os pega e sai por aí”.

Talvez o exemplo da própria Yellowtail mais gritante de apropriação ocorreu neste ano na Fashion Week de Nova Iorque. Num incidente bem comentado, a marca KTZ de Londres exibiu uma modelo na passarela usando um vestido onde se via semelhanças com um que Yellowtail desenhara - inclusive o padrão de ampulheta que é uma característica forte do design de seu povo nativo, os Apsáalooke. “Aquele design que eu fiz vem de uma bolsa que minha bisavó fez”, ela conta à Mic. “Eu nem consigo descrever o sentimento. Aqui estou tentando ter uma voz e me representar e essa designer age como se nós [Mulheres nativas] não existíssemos, não podemos fazer por nós mesmas. “Foi pessoal. Acendeu um fogo dentro de mim”.



Esse elemento pessoal é o que faz o trabalho de Yellowtail tão rico. Criada numa reserva indígena no sudeste de Montana, Yellowtail desenvolveu um interesse em moda no ensino médio, onde uma professora de arte viu o potencial para o design desde cedo.
“Ela disse: ‘Você poderia ser uma designer de moda’”, explica Yellowtail.  “Na época, não havia nenhum designer nativo. Não vemos nativos assim na mídia ou em papeis principais. Na minha família a maioria é fazendeiro. Meu pai administra uma fazenda de gado. Com os desafios e pobreza que nós passamos na reserva, eu nunca pensei nisso como opção.”

Depois de se formar na faculdade de artes em Los Angeles, Yellowtail trabalhou para diversas marcas e designers antes de embarcar neste último projeto, sua primeira linha de roupas de sua própria marca. Ela deu o nome de “Mighty Few”, o nome da parte da reserva onde ela nasceu. A inspiração dela, ela diz, está na inspiração que ela organizou antes de desenhar as roupas - fotografias em preto e branco de seu avô, Hawk with the Yellowtail Feather, e de sua avó fazendo uma performance rara de uma daça feminina nos anos 1940 justaposta com uma onde sua irmã participava da mesma cerimônia, alguns anos atrás.

“É lindo ver a continuidade do nosso povo antes e agora.” Ela diz à Mic. “Eu queria transmitir isso na minha coleção: nós ainda estamos aqui, nós ainda somos um reflexo de nossos ancestrais.”
(...)

“Neste ponto, eles estão nos tirando nossa voz e nosso design” ela diz. “Eles não nos percebem como pessoas e nações vivas. Isso não é só moda, isso é parte de nossa identidade tribal.”
(...)

Este artigo foi escrito por Zak Cheney Rice, escritor do site Mic e  traduzido e adaptado. Veja o original aqui
O site Hrdwrker fez uma entrevista em vídeo com Bethany. Veja e se inspire!





5.04.2015

GYPSETTERS: NEXT STOP, MARROCOS!

Em um desfile multicolorido, a Salinas buscou no Marrocos a inspiração para seu desfile Verão 2016.

Foto: FFW

Praia, surf, simplicidade, música, longos dias de verão e um estilo da vida nada convencional. Foi assim que a Salinas chegou ao SPFW nesse verão 2016. Inspirada no Marrocos, a marca carioca desfilou biquínis de modelagens variadas que foram desde o clássico lacinho até maiôs com decotes profundos e as badaladas hot pants.
Além do beachwear, a novidade desta vez foram as peças para serem usadas fora do mar: calças e shorts clochard, camisas cropped, túnicas leves e micro jaquetas confeccionadas em tecidos nobres como linho, laise e seda, povoaram a passarela. A estamparia também teve papel importante nessa viagem carioca. Motivos criados a partir de mosaicos, tapetes e tamameiras do deserto marroquino ganharam vida através de uma paleta de cores quentes e ensolaradas saída dos mercados da Medina. Tiras de couro tramadas, pequenas doses de preppy militar, bordados em cerâmica, patchworks e as sandálias Melissa Maiô fecharam os detalhes da coleção.

A fim de experimentar o sonho de uma vida perfeita onde a sofisticação encontra o livre e o alternativo, a Salinas trouxe para a passarela um desfile leve e agradável, com um quê de nômade chique para gypsetter nenhum botar defeito. 

Este post foi escrito pela atual presidente da Têxtil e Moda Jr, Paula Vilela Kouris.

4.27.2015

Como fazer suas reuniões renderem mais

Imagem: http://www.gratisography.com/

Reuniões.
Apenas mencionar a terrível palavra que começa com “R” pode causar palpitações e suor nas mãos por causa do medo de ter outra hora perdida da sua vida da qual você jamais recuperará. (...) O que fazer?

Primeiramente, reuniões possuem um propósito, mas geralmente o que acontece é que este propósito é boicotado por personalidades fortes por várias razões: elas nunca recebem a pauta da reunião antes, elas pensam que a ela  deve ser conduzida do jeito que elas querem (em detrimento do que é melhor para a empresa) ou elas não sabem o que fazer. Há muitas razões que levam uma reunião dar errado, mas poucas dicas de como fazê-las melhor. Vamos mudar isso.

Aqui estão cinco maneiras de conduzir sua próxima reunião que irão valer a pena o seu tempo gasto:

1.Divida as pautas
Num mundo ideal, isso é feito bem antes de que cinco minutos pra reunião começar. Os participantes precisam saber sobre o que a reunião será e assim eles se prepararão melhor para ela. Um dos motivos de uma reunião se tornar improdutiva é quando as pessoas não sabem o que levar/dizer nela; isso faz com que oooutra reunião seja agendada para cumprir as pautas da reunião anterior.
Tenha uma pauta predefinida pelo menos 72 horas antes. Claro que detalhes de último minuto sempre ocorrem, então destaque-os e deixem-nos para reunião seguinte, conforme for sua importância.

2. Destaque o propósito
Pessoalmente, eu gosto de escrever o propósito da reunião uma lousa branca ou num flipchart para todos verem. Assim, quando os tópicos discutido começam a fugir do propósito, qualquer participante pode se referir para o intuito original escrito na lousa e perguntar “Isso que estamos discutindo é relevante para o propósito da reunião?” É uma maneira não-conflituosa (esperemos) de lembrar as pessoas de deixarem conversas paralelas para depois.

3. Chame as pessoas certas
Muitas reuniões estagnam porque as pessoas erradas estão na sala. A saber, as pessoas que têm o poder de decisão que não podem participar enviam seus assistentes e, quando há uma decisão a ser feitas, estes possuem receio de decidir algo porque não possuem este poder de fato. Se as pessoas certas não estão na sala, não espere dê certo.

4. Estabeleça um teto
Ter um tempo limite de reunião faz com que aconteçam 3 coisas: primeiro, as pessoas focam na produtividade. Segundo, controi confiança porque, a medida que o tempo passa, os participantes sabem que podem confiar que você se comprometerá com o seu tempo de fala e com os demais. Terceiro, dá esperança aos participantes de que a reunião não será a melhor parte do dia deles (isso é uma piada) (N.T.: como toda piada traduzida, boa parte do seu significado humorístico cai por terra. Se alguém leu o artigo original e tem uma solução melhor e mais engraçada para esta parte do texto, não se acanhe de deixá-la nos comentários)

5. Acompanhe
Há 3 tipos de pessoas numa reunião: aquelas que estão presentes, aquelas que estão ali e aquelas que ocupam espaço e ar.
Eis as diferenças:
  • Aquelas que estão presentes ativamente escutam e se engajam nos assuntos. Elas pensam 3 ou 4 passos além do que é apresentado porque elas estão focadas em resultados e lutam para deixar impacto;
  • Aquelas que estão ali porque elas devem estar e irão contribuir com qualquer coisa unicamente quando perguntadas, mas não são tão proativas quanto as primeiras.
  • O último grupo não oferece nada além de uma cara bonita (ou não) para fingir interesse no assunto, e, assim que as outras pessoas saem da sala, tudo o que foi discutido será esquecido antes que ele ou ela comece a mexer no Facebook (o que provavelmente irá acontecer nos cinco minutos seguintes)

Dos 3 grupos, os dois últimos são os que você deve acompanhar depois da reunião. Fazendo isso, você garante uma maior responsabilização da parte deles e pode atrair mais atenção deles numa próxima reunião.

Reuniões não devem ser a perdição da sua existência. Elas podem ser divertidas, informativas e com um própósito. Elas não somente trazem aproximação das pessoas a níveis pessoais mas também criam um senso de posse compartilhada por um objetivo futuro.

Este post foi adaptado do original de Jeff Boss para o site Entrepeneur. Confira o original: http://www.entrepreneur.com/article/245400

4.20.2015

Quem fez minhas roupas?


Quando o edifício Rana Plaza em Daca, Bangladesh, ruiu em 24 de abril de 2013 deixando mais de 1.100 mortos e mais de 2.000 feridos porque os supervisores destes trabalhadores ignoraram o aviso e as rachaduras já existentes (afinal, a produção não pode parar), mais uma vez as condições de trabalho dos colaboradores da indústria da moda foram alvo de notícias e críticas. Como já divulgado na página da Têxtil e Moda Jr, as facções de costura de grandes marcas não recebem a devida fiscalização e submetem seus empregados a jornadas de trabalho extensas, más condições de trabalho e salários irrisórios.

Frente a isso, o Fashion Revolution Day foi criado pensando em conscientizar sobre o “verdadeiro custo da moda” e o impacto desta indústria no meio socioambiental, tanto em sua produção quanto em seu consumo. A fundadora do movimento, Carry Somers explica: “Eu vi que o desastre do Rana Plaza poderia atuar como um catalisador, espalhando a conscientização em prol da moda ética/sustentável e fornecendo uma janela para fazer a mudança real. O Fashion Revolution Day representa uma excelente oportunidade para reconectar os amantes da moda com as pessoas que fizeram suas roupas”.

A ação é simples: você pode participar tirando uma foto sua usando a roupa do avesso, com a etiqueta à mostra; depois, publicando nas redes sociais e marcando a empresa/marca da etiqueta, questionando quem fez (o plantio/produção da fibra, o tecido, a costura) suas roupas com as hashtags #whomademyclothes #FashRev #quemfezminhasroupas e compartilhando a resposta da empresa, se houver.

A Clean Clothes Campaign faz uma contagem regressiva para o pagamento da dívida das marcas, entre elas a Benetton, que produziam no Rana Plaza. Até hoje esta dívida não foi quitada.

O Fashion Revolution Day é um movimento que conta com a participação de mais de 70 países, diversas cidades e está em sua segunda edição. É possível através do Facebook do movimento ver quais cidades farão uma programação especial com palestras e ações. Em São Paulo, às 19h na Matilha Cultural, acontecerão apresentações e mesas redondas com Flávia Aranha, Chiara Gadaleta, Fernanda Simon e mais profissionais ligadas à moda ética e sustentável. Veja no link oficial do evento.

Confira o vídeo, com legendas em português, sobre o Fashion Revolution Day: sua criação, sua identidade e porquê você deveria se importar com isso:




Quando? 24 de abril, 19h
Onde? Matilha Cultural - Rua Rego Freitas, 542, Vila Buarque, São Paulo
Quanto? Free <3

4.13.2015

Tapetes temporários contemporâneos






Harmonia nas cores e simetria em um tapete que você poderia ter na sua sala de estar feito de…








Canudos!


O coletivo holandês We Make Carpets propõe uma utilidade diferente para utilitários, objetos achados e o lixo nosso de cada dia. Tudo começou de repente, de forma intuitiva, com o primeiro tapete feito de pinhas, folhas e demais “materiais vegetais” para uma semana holandesa de design em 2006. A partir dele, mais seis designs foram desenvolvidos para o evento.





“Nunca houve um plano pré-concebido, tipo ‘a partir de agora nós três faremos tapetes’. Simplesmente aconteceu. Concomitantemente, nós sentimos que isso poderia, talvez, levar a algum lugar” (tradução livre)





Marta, Bob e Stijn criam em conjunto e intuitivamente. Nenhum planejamento  (talvez apenas a escolha dos materiais estabelecida em algum momento prévio) e longas horas em posições desconfortáveis e trabalho até tarde da noite. Tudo sem se preocupar em colar as peças ou pensar em colocar uma faixa de “Não ultrapasse” na hora da exposição. Você teoricamente não poderia rolar nestes tapetes, mas eventualmente isso acontece: e tudo bem.

Forest Carpet, o primeiro do coletivo

“Nós queremos que as pessoas olhem de outro modo estes produtos. Nós queremos que elas tomem consciência de sua beleza. Você não compra um clipe de papel porque ele é bonito, mas ele é.”



“Nós amamos forma. Nós amamos simplicidade”

Um belo exemplo do conceito mais conhecido da gestalt: "O todo é maior do que a soma das partes que o constituem."











Veja mais trabalhos no site oficial: http://www.wemakecarpets.nl/